segunda-feira, 25 de março de 2013

Sonho desperto

O silêncio revelado num contraposto ruído constante que finalmente cessa
O mergulho em um sonho profundo percebido somente quando deste desperta

Camadas de verdades emaranhadas em delírios de nós que nos amontoam
Sombras reverberadas em contornos interrompidos por gritos que não ressoam

10 comentários:

Marcos Satoru Kawanami disse...

mistério de novo.

Marcos Satoru Kawanami disse...

Mas a sintaxe leva à angústia.

Henrique Miné disse...

eu queria meesmo saber de onde vc tira a inspiração para escrever esses poemas, viu Larissa. Fazia um bmo tempo que eu não dava uma passada aqui, e esse daí, tá sensacional. Isso de sonhos, dos nossos vários "eus", de verdades emaranhadas, me lembrou muito os filmes do David Lynch, parabéns! (:

beeeijo!

ᄊム尺goん disse...

[ aqui os dias nascem sem fazer muito caso, sem fazer as contas, sem notar que os vejo com a alma lavada]


beijo


Mateus Medina disse...

Uma camada por baixo da outras, por baixo da outra... por baixo.

bjos

João. disse...

lindo, Larissa!

bjo.

Jota Effe Esse disse...

Muito bom. Eu também sonho acordado, com a vantagem de não virar pesadelo, e se virar eu posso controlar. Meu abraço.

Fred Caju disse...

Cada verso uma pedrada!

Raquel Consorte disse...

Olá,

Adorei o post, belo poema.

Beijos e obrigada por sempre passar no meu blog.

http://raquelconsorte.blogspot.com.br/

AC disse...

Por vezes o sentido da vida parece um contínuo desvendar de camadas...
Gostei muito.

Beijo :)

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