segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Chuva de choro

Ontem chuvi
Uma chuva de choro
Que me molhou a alma
E inundou o corpo
Acordei ressequida
Sem sequer querer secar
Só me sobrou resquícios
Do que se passou
E esperar sentir o que ainda virá

4 comentários:

aline disse...

essa história aí do tempo, hein. doida demais! por isso o tempo passa mais depressa pra algumas pessoas?

Mariana Bennemann disse...

o máximo de poesia que eu sei é rimar olho com repolho.
=S

Gostei do poema.

Anna Flávia disse...

Que a próxima chuva seja de amor.



Beijo

aline disse...

eu já tenho umas ideias muito doidas, se eu ler um livro desses vou pirar.
mas obrigada pela dica, vou procurar me inteirar sobre o assunto!

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